quinta-feira, novembro 27, 2008

(parênteses)

Este blog (como o meu anterior) sempre rumou ao meu ritmo, não ao das notícias ou modas. Mas por vezes parece andar à revelia do mundo, alheio a ele. Não anda - ou melhor, não ando eu. Só que nem sempre me apetece, aqui, falar da realidade, ou não tenho tempo para o fazer. Ou, como é agora o caso, prefiro refugiar-me em Bach quando o mundo lá fora mostra as suas piores facetas, em Bombaim.
Tenho medo do terrorismo. Medo por mim e pelos meus - pela minha filha, sobretudo. Quando coisas destas ocorrem, sinto vontade de agarrar as mãos dos que amo e de ficarmos assim unidos, bem juntos, protegendo-nos.

2 comentários:

Noite disse...

Acredita que eu ontem nem liguei a TV, nem quis ver!

Zu disse...

Olha, estou como tu. Não vi nada, apenas li e chegou...
No ano passado tive a experiência muito desagradável de ter estado num sítio onde 15 dias depois rebentou uma bomba. Foi por acaso que não fomos nós os turistas em lua-de-mel que ficaram gravemente feridos (não sei sequer se sobreviveram).