Passado numas urgências de hospital. Tu comigo, tu a tratares de mim. Se fosses tu, seria eu a estar contigo e a cuidar de ti. Não precisamos de um 14 de Fevereiro para nada - temos todos os 365 dias do ano para namorar. Este ano, são até 366.
sábado, fevereiro 18, 2012
quarta-feira, fevereiro 01, 2012
17 ans
17 ans
Une femme une enfant
Qui ne sait rien encore
Et découvre son corps
Que le soleil enivre
Et que la nuit délivre
17 ans
Un sourire innocent
Et le regard docile
Sous un rideau de cils
Mais une faim de loup
Et une soif de tout
17 ans
Des seins de satin blanc
Semblent narguer le vent
De leur charme insolent
17 ans
Et prendre encore le temps
Le temps de refuser
Le monde organisé
Et faire à l'heure présente
Un aujourd'hui qui chante
17 ans
Et vivre à chaque instant
Ses caprices d'enfant
Ses désirs exigeants
17 ans
J'étais adolescent
Et je le suis encore
En découvrant ton corps
Comme un fruit éclaté
Comme un cri révolté
17 ans déjà
17 ans tu n'as
Que 17 ans
Mon amour
Mon enfant
Une femme une enfant
Qui ne sait rien encore
Et découvre son corps
Que le soleil enivre
Et que la nuit délivre
17 ans
Un sourire innocent
Et le regard docile
Sous un rideau de cils
Mais une faim de loup
Et une soif de tout
17 ans
Des seins de satin blanc
Semblent narguer le vent
De leur charme insolent
17 ans
Et prendre encore le temps
Le temps de refuser
Le monde organisé
Et faire à l'heure présente
Un aujourd'hui qui chante
17 ans
Et vivre à chaque instant
Ses caprices d'enfant
Ses désirs exigeants
17 ans
J'étais adolescent
Et je le suis encore
En découvrant ton corps
Comme un fruit éclaté
Comme un cri révolté
17 ans déjà
17 ans tu n'as
Que 17 ans
Mon amour
Mon enfant
17
17 anos da melhor aventura da minha vida. 17 anos inteirinhos de ti, a ver-te crescer, a ajudar-te a aprenderes a ser o que és, a aprender a ser mãe. 17 anos de orgulho por ser tua mãe, e de agradecimento a Deus pela prenda magnífica que me deu.
sábado, dezembro 24, 2011
Feliz Natal!
Em crise, com problemas, sozinho até, é possível ter um Natal Feliz. Se nos lembrarmos o que o Natal é: a comemoração da vinda ao mundo de um Menino, nascido sem nada, num estábulo de Belém, que foi o Salvador do Mundo. Acredite-se ou não em Cristo, acredite-se, ao menos, na esperança. Na esperança de que tudo pode mudar, de que do mau pode vir o bom, de que mais do que prendas e mesa farta importa o amor, a solidariedade, a amizade, o bem que nos fazem mas sobretudo o que podemos fazer aos outros.
Feliz Natal, pois - antes de mais, no coração de cada um de nós.
segunda-feira, dezembro 19, 2011
Regresso ao passado
Há anos (desde a tese) que não voltava a ficar acordada até às 3 da manhã, completamente embrenhada num trabalho urgente. Não tinha a mínima saudade. A coisa boa é que gostei, muito, de fazer este trabalho. Mas com este ritmo não me dou, de todo. Nunca aguentaria, agora, o ritmo doido que então aguentei. Já lá vão mais de 6 anos...
sábado, dezembro 10, 2011
À tua espera
Estás num avião, algures sobre o mar, de regresso a casa. Eu espero-te. Com os braços abertos para te receber e encostar ao coração, e ficar encostada ao teu, nos teus braços. Ou seja, em casa, ambos.
Trabalhos de casa
Cada cêntimo que pago à minha empregrada é bem investido. A cada vez que ela vai de férias tenho aguda consciência disso.
sexta-feira, dezembro 09, 2011
Brrr...
Está frio! Além do nevoeiro que os meus joelhos detectaram, mal me levantei da cama.
E, ao som de música clássica, trabalho sossegadamente. Sem pressas nem stress. Como gosto.
terça-feira, novembro 01, 2011
Todos os Santos
O dia de lembrar os nossos mortos é amanhã, mas na verdade sempre foi a 1 de Novembro que o fiz e é ao feriado de hoje que associo a ida ao cemitério. Este ano não estou perto, não posso lá ir. Apesar de não ser nada dada a estes rituais, que cumpria por causa dos meus pais, este ano custa-me lá não ir. Não que me lembre mais dos meus pais e avós por isso; mas porque já há muito tempo que não vou ao cemitério e gosto de ter as coisas em ordem. É tão feio uma campa abandonada... Não que os abandone, nunca: é no meu coração que os comemoro, sempre. E nas saudades que nunca cessam.
quarta-feira, outubro 19, 2011
Ressabiado
Sempre que aparece o Pedro Marques Lopes a comentar na TV, vejo um homem ressabiado, despeitado, cheio de inveja por não ter sido chamado para assessor ou colaborador ou qualquer outro lugar no governo, e que portanto resolve dizer mal de tudo o que seja decidido pelo governo.
sexta-feira, outubro 14, 2011
Pulhas
Detesto pulhas. Homenzinhos em bicos de pés prontos a lixar os outros e a encher o papo de prosápia. Gentinha sem estatura moral sempre à espreita do momento certo para se evidenciarem - mas têm de se pôr de bicos de pés, porque de outra forma ninguém dá por eles.
Nos últimos dias, tenho-me deparado com uma data deles. E delas, que a pulhice não é característica de um só sexo. Se bem que acho que surge mais nos homens. Provavelmente, nos que continuam com complexos de tamanhos de pilas.
Recibos verdes electrónicos - dúvida
Quem inventou os recibos verdes electrónicos, que o próprio tem de imprimir, poupou uns tostões ao Estado (boa ideia). Mas tem, por certo, uma comissão por cada cartucho de tinta para impressora que se compra, não tem?
Senhor Roubado
(foto tirada daqui)
É assim que Portugal, e em especial os funcionários públicos e os pensionistas, se devem sentir hoje: roubados. Ninguém quer, com certeza, castigo tão pesado para que conduziu a esta situação de roubo como o sofrido pelo ladrão que roubou a igreja de Odivelas algures no século XVII. Mas meter quem gastou tão mal gasto o dinheiro público atrás das grades e o fim de certas mordomias injustificadas, já não seria mal. Porque senão sinto-me ainda mais roubada pelo meu patrão, o Estado português.
Será que nas pensões de reforma que são cortadas se incluem também as dos nossos esforçados e cansados deputados e afins, que após meia dúzia de terríveis anos a sentar os traseiros na Assembleia da República têm direito a reforma?
sexta-feira, outubro 07, 2011
...
A minha filha saiu há pouco de casa. Vai jantar fora com os amigos. Com um ar de total autonomia, de quem acha normalíssimo sair à sexta à noite.
De repente... sinto que o meu ninho está a ficar vazio! Está a deixar de ser preciso, o passarito já sabe voar, cada vez mais alto e para mais longe. É bom, claro, muito bom; assim como é muito bom eu sabê-la ajuizada e não me importar minimamente com estas saídas, que nem sequer são para regressar a casa a desoras. Mas, ao mesmo tempo, é tão estranho...
quarta-feira, setembro 28, 2011
Horror (2)
Os caloiros e as "troupes" praxistas não estão apenas em Coimbra. Encontrei-os hoje, invadindo o metro, em Lisboa. Acho que me perseguem, com os mesmos cânticos imbecis, a mesma atitude de carneirada acéfala e boçal.
Note-se que nunca esta que aqui escreve foi anti-praxe. Mas nada disto é praxe, é apenas disparate e barulho.
Solução
O que eu preciso é de eliminar o stress da minha vida. De lhe imprimir um ritmo mais lento e mais consentâneo com a velocidade humana, que não é a das máquinas.
Parece simples, assim enunciado. É mais complicado do que desejaria, neste mundo cada vez mais preso à tortura do imediato, do rápido, do rapidíssimo.
terça-feira, setembro 27, 2011
Horror
A época mais estúpida do ano em Coimbra não é a da Queima, mas esta, de início do ano lectivo, com a chegada dos caloiros. Durante todo o dia, uns palermas armados em praxistas obrigam outros palermas acabados de chegar à Universidade a urrar obscenidades o mais alto possível, infernizando a vida de quem tem de passar pelos sítios por onde eles circulam. Sinto vergonha quando passo por eles. Apetece-me esbofeteá-los a todos. E desaparecer dali para fora, do meio do barulho e da confusão que me enchem a cabeça demasiado cheia por um dia repleto de coisas a fazer e, pior, em que pensar.
segunda-feira, setembro 26, 2011
Dos dias cansados
Muito, muito cansada. Os neurónios já entraram em greve e o corpo pede, ele todo, para nada fazer.
Mas ainda tenho de fazer uma série de coisas antes de poder ir dormir... Ou se calhar não: duvido que seja capaz de fazer o que quer que seja de produtivo agora.
domingo, setembro 25, 2011
O mar
Dou-me conta da falta que o mar me faz quando volto a ele. Quando ouço o doce marulhar das ondas, quando lhe sinto o cheiro e me perco na sua imensidão. Tenho de ir mais vezes ver o mar. De preferência ao final da tarde, quando a praia for toda minha e possa ficar a ver o sol mergulhar nele, lá bem longe, para onde os meus pensamentos se escapam e pacificam.
Mimos de cão
Apanha-me sentada no sofá e zás, lá vem ele encostar-se a mim, o mais possível, de preferência colocando o focinhito em cima da perna, do braço, do colo. Depois, é vê-lo regalado e preguiçoso, não tardando a dar um suspiro que só pode significar felicidade.
É tão bom ter um cãozinho feliz a dormitar ao meu lado! Também eu fico com vontade de suspirar assim, feliz, com o miminho do meu cão.
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