Farias anos hoje, pai. Continuas a fazê-los cá bem dentro do meu coração. Onde permaneces bem disposto, risonho, a ler-me histórias, ou a aquecer-me as mãozitas frias entre as tuas mãos grandes, quentes e fortes, que me faziam sentir tão segura. Onde continuas a ser o papá em cujo colo eu me enroscava, e sem cujo beijo eu não adormecia todas as noites. Que saudades, pai...
quinta-feira, novembro 25, 2010
sexta-feira, novembro 19, 2010
Por uma óptima causa
Já há tempos falei aqui do Ratinho, um menino lindo que sofre de lisencefalia, e da luta sem tréguas dos seus pais, e em especial da Pat, a sua incansável e fantástica mãe.
Vem aí o Natal, e com ele um leilão de uma série de prendinhas amorosas cujo produto reverte para os tratamentos e consultas de que este menino precisa para ter a máxima qualidade de vida possível. O leilão é aqui; vão lá, e façam compras de Natal. Vêm embrulhadas como prendas e tudo, se assim desejarem. E cada compra que façam será um sorriso mais de um menino que não merecia o que a vida lhe reservou, e um passo mais para ele poder ir a um médico em Itália, a ver se ele consegue tratar a epilepsia do Ratinho, um dos principais problemas que põe a sua vida em risco a cada momento.
terça-feira, novembro 09, 2010
quinta-feira, outubro 21, 2010
Mais normal
Pois, já estou a voltar ao estado normal. Ou seja, ao ponto em que, não tarda, estou a roer as unhas. Por um lado, estou mais descansada: a calma de ontem era, de facto, estranha, dadas as circunstâncias. Por outro, dispensava as borboletas na barriga.
quarta-feira, outubro 20, 2010
Não é normal
Tenho de ter 3 trabalhos prontos amanhã. Tenho 2 quase feitos, um ainda por escrever. E estou calma. Não pode ser normal. Eu não sou assim. Mas ainda bem que estou a ser assim, porque num stress desgraçado é que não iria ser capaz de fazer coisa alguma. E eu sou.
(momento de auto-incentivo ao trabalho e de auto-tranquilização)
Pior ainda que o Sócrates
Há muito tempo já que deixei de conseguir olhar o nosso (infelizmente) primeiro-ministro. Tudo nele me enjoa e enoja. Pior que ele, porém, é o seu fiel Silva Pereira. Talvez por me lembrar um pouco o sacana do ex-marido de uma amiga, talvez pelo seu ar de capacho e de boy sequioso de tachos, ainda me dá mais engulhos no estômago do que o Sócrates. A verdade é que lhes ganhei uma verdadeira aversão. Não os posso ouvir nem ver na tv.
terça-feira, outubro 19, 2010
Que mais irá me acontecer?
Depois dele, ela. Entorse do pé e respectivas consequências: gelo, anti-inflamatório, pé elástico, canadianas, manter o pé elevado. Agora tenho um em recuperação ainda não completa e uma a começá-la. Vou pôr os meus pés no seguro.
(E isto no meio de outra maratona, esta cheia de responsabilidades, daquelas em que não posso falhar mas sim dar o meu melhor. E estar alegre, sorridente, bem disposta, concentrada no que faço.)
segunda-feira, outubro 11, 2010
Maratonas
Será que eu, que nunca gostei de correr, estou mesmo condenada a uma sistemática sucessão de corridas de fundo?
quinta-feira, setembro 30, 2010
Tempos de apertar o cinto
Decisão - se o Estado me vai comer parte do meu ordenado, eu vou deixar de dar horas extra do meu rico tempo de borla ao Estado; para o ano, vou deixar de ser burra.
(Eu sei que a situação é má, que apertar o cinto é necessário, etc, etc. Aceito o corte no meu salário, apesar de, se continuasse a ser só eu a sustentar a casa, isso me ir fazer muita diferença. Mas gostava de saber que iam acabar as empresas públicas sorvedouros de dinheiros e empregadoras de boys; que ia haver um efectivo controlo das despesas; que as mordomias à conta do Estado acabavam; e assim mais umas coisitas. Além disso, não tenho a menor confiança no governo mentiroso que nos desgoverna.)
quinta-feira, setembro 23, 2010
Se...
... eu aguentar o ritmo até ao final desta semana, e depois de um breve fôlego o das próximas semanas até final de Outubro, sou uma mulher feliz - e completamente esgotada.
quinta-feira, setembro 16, 2010
Hiper-mulher
É o que eu me sinto por estes dias. Não super-mulher, mas hiper-mulher. Capaz de chegar a tudo, de ser mãe, enfermeira, motorista, psicóloga, tratadora de cão, dona de casa, profissional cheia de trabalhos para fazer. Quando o pé torcido do meu marido ficar bom, a minha filha se adaptar à nova fase escolar e a vida voltar ao normal, acho que devia ficar de baixa para tratar de mim... Mas, como além de hiper-mulher sou hiper-burra, vou é continuar na minha infindável corrida de obstáculos, pela qual devo ganhar uma medalha de cortiça...
terça-feira, setembro 07, 2010
Era uma vez
Era uma vez uma mulher com uma série de trabalhos em mãos, cada um dos quais com prazos apertados para terminar.
E era uma vez uma mulher sem vontade nenhuma de trabalhar, apetecendo-lhe, isso sim, agarrar num livro e enroscar-se no sofá com o cão aos pés, a ler, e eventualmente, deixar-se passar pelas brasas.
O pior é que se trata da mesma mulher. Eu. Hoje. Agora mesmo.
Tudo pode ser útil
Afinal, até os insectos mais nojentos podem ter a sua utilidade. Qualquer dia descobrem alguma nos estúpidos dos mosquitos e das melgas.
segunda-feira, setembro 06, 2010
Primeiro passo
Demos hoje um importante primeiro passo, meu amor. De mãos dadas, como tinha de ser, só assim fazia sentido. Que seja o primeiro de vários, que nos levem por caminho seguro.
segunda-feira, agosto 30, 2010
quarta-feira, agosto 11, 2010
quinta-feira, agosto 05, 2010
Mozart, sempre
Imagem daqui.
Ajuda a encontrar a concentração, nestes dias em que apetece bem mais passear (ou dormir) do que terminar trabalhos urgentes.
quarta-feira, agosto 04, 2010
Pelo menos podia ser em português correcto
A carta do Sindicato dos Magistrados do Ministério Público - mais uma peça neste jogo de xadrez bizarro chamado Freeport que parece saído de qualquer sonho estranho de uma Alice no país das maravilhas (ou dos fenómenos do Entroncamento) - podia, pelo menos, estar escrita em português correcto. Com sujeitos que concordassem com o predicado e sem repetições de palavras iguais numa mesma frase. E limitei-me a ler algumas citações mostradas pela tv.
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