Uma mãe é um bicho esquisito. Suspira por uma escapadelazita a dois, mas quando a tem sente-se que nem galinha com o ninho vazio... Mesmo tendo o pintainho 14 anos e meio...
sexta-feira, outubro 16, 2009
sábado, outubro 10, 2009
quarta-feira, outubro 07, 2009
segunda-feira, outubro 05, 2009
A morte saiu à rua
A morte saiu à rua e ceifou uma vida a meio da sua existência.
Passámos a tarde de ontem no funeral de um amigo do L. Amigo desde os tempos da escola, não muito próximo nos últimos anos, mas sempre presente naquela rede de amizades e conhecimentos que enforma a vida de cada um de nós. Aos 43 anos, chegou um cancro silencioso nos intestinos que, quando se manifestou, já estava espalhado pelo corpo todo, e nada se podia fazer. A morte chegou menos de dois meses volvidos sobre os primeiros sintomas.
Fica um filho de 11 anos, uma mulher viúva, uma mãe que só queria poder trocar de lugar com o filho único que já não tem. Fica a incredulidade, e um murro no estômago de todos nós. A morte mostra-nos como também nós somos frágeis e mortais. Ela sai à rua e mostra-se tal como é, impiedosa, aleatória, abatendo-se sobre as suas presas sem qualquer pudor, e, se quiser, sem aviso prévio, sequer.
Descansa em paz, P. E que os teus saibam continuar as suas vidas, contigo no coração.
Passámos a tarde de ontem no funeral de um amigo do L. Amigo desde os tempos da escola, não muito próximo nos últimos anos, mas sempre presente naquela rede de amizades e conhecimentos que enforma a vida de cada um de nós. Aos 43 anos, chegou um cancro silencioso nos intestinos que, quando se manifestou, já estava espalhado pelo corpo todo, e nada se podia fazer. A morte chegou menos de dois meses volvidos sobre os primeiros sintomas.
Fica um filho de 11 anos, uma mulher viúva, uma mãe que só queria poder trocar de lugar com o filho único que já não tem. Fica a incredulidade, e um murro no estômago de todos nós. A morte mostra-nos como também nós somos frágeis e mortais. Ela sai à rua e mostra-se tal como é, impiedosa, aleatória, abatendo-se sobre as suas presas sem qualquer pudor, e, se quiser, sem aviso prévio, sequer.
Descansa em paz, P. E que os teus saibam continuar as suas vidas, contigo no coração.
quinta-feira, setembro 24, 2009
Médicos fantásticos
Há médicos fantásticos, nascidos mesmo para aquilo que fazem. Que sabem ouvir, esclarecem dúvidas, sossegam medos, explicam. Sempre com um sorriso.
Sou eu que estou parva ou são os jornais?
Leio mais uma sondagem sobre as legislativas, e as notícias dos jornais, por exemplo esta. Não percebo nada de sondagens, mas como raio é que querem que eu lhes dê algum valor e faça a leitura de vitória estrondosa do PS sobre o PSD, se a percentagem dos indecisos (num universo de 811 inquiridos!!!!) é de 37%?????
Acho que me vou dedicar a sondagens. Telefono a todos os números de telefone da minha agenda, e depois também atiro para o ar com previsões. Não devem ser muito menos fiáveis do que estas.
Acho que me vou dedicar a sondagens. Telefono a todos os números de telefone da minha agenda, e depois também atiro para o ar com previsões. Não devem ser muito menos fiáveis do que estas.
sábado, setembro 19, 2009
Cats
De novo vidrada no musical. O dvd antigo estava todo riscado, e andava à procura de um novo até que hoje, finalmente, o encontrou. Está a dançar e a cantar na sala, feliz como há 4 ou 5 anos.
sexta-feira, setembro 18, 2009
SMS
Hoje recebi uma sms da Direcção Geral de Saúde. Não sei quanto gasta o Estado nesta empreitada de mandar avisos sobre a Gripe A a cada possuidor de telemóvel, mas eu dispensava receber por esta via a indicação de que, se tiver sintomas de gripe, devo ficar em casa e contactar o serviço Saúde 24. Muito obrigada, mas já sabia.
Cantinho das angústias?
De vez em quando, é o que isto é. E, por isso mesmo, não é, nem isso, nem coisa nenhuma.
quinta-feira, setembro 10, 2009
Mãe galinha
Sou, sempre serei. E ainda não me sei despreocupar quando ela faz viagens de comboio sozinha. Só logo ao final da tarde, quando a vir sair da carruagem e a abraçar, é que vou sossegar.
segunda-feira, agosto 31, 2009
Muitos posts por escrever
Sobre a primeira incursão no norte de África. Sobre a minha irremediável paixão pelo Gerês. Sobre o regresso ao trabalho e à falta de vontade de o fazer. Sobre mimo em doses industriais. Sobre o bem que faz rir, sorrir, namorar, abraçar, nadar, brincar, passear, respirar fundo.
Mas não tenho tempo. O trabalho ficou quietinho à espera que eu chegasse de férias para me cair em cima, com toda a força. Lá para Dezembro devo voltar a ter um bocadinho de tempo livre...
Mas não tenho tempo. O trabalho ficou quietinho à espera que eu chegasse de férias para me cair em cima, com toda a força. Lá para Dezembro devo voltar a ter um bocadinho de tempo livre...
terça-feira, agosto 25, 2009
quarta-feira, agosto 05, 2009
Férias, finalmente
Depois de um ano que pensei não aguentar. Um ano difícil como poucos, doloroso como menos ainda. Mas que se venceu. Agora vêm as férias, os dias sem fazer nada, apenas céu azul e mar e livros para ler e tempo para dormir sestas preguiçosas. Até daqui por umas semanas! E até lá, fiquem com umas imagens destes últimos dias, de semi-férias.
quarta-feira, julho 29, 2009
Ponto de exclamação
Neste blog, usa-se. Com conta, peso e medida, como os outros sinais de pontuação; procurando acertar na dose certa de cada um deles. Só não os uso em escrita académica, que deve ser mais séria, mais neutra, não transmitir emoções.
Eliminar os pontos de exclamação, tal como usá-los em demasia, parece-me um disparate.
Se escrever "Filha, vem cá." não transmito a urgência, a veemência, o tom com que a frase é proferida. "Filha, vem cá!" já tem todo esse ênfase. Ler "Viva o ponto de exclamação." soa a sensaboria debitada sem expressão; muito diferente de "Viva o ponto de exclamação!".
Eliminar os pontos de exclamação, tal como usá-los em demasia, parece-me um disparate.
Se escrever "Filha, vem cá." não transmito a urgência, a veemência, o tom com que a frase é proferida. "Filha, vem cá!" já tem todo esse ênfase. Ler "Viva o ponto de exclamação." soa a sensaboria debitada sem expressão; muito diferente de "Viva o ponto de exclamação!".
sábado, julho 25, 2009
E assim foi
Os abraços, os sorrisos, as mãos dadas... somos uns terríveis mimalhos, essa é que é a (deliciosa) verdade!
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