segunda-feira, setembro 15, 2008

sexta-feira, setembro 12, 2008

Adivinha

Alguém sabe o que isto é?

quinta-feira, setembro 11, 2008

Outono à espreita

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As cores. A temperatura mais amena. O quentinho de uma manta e de um chá acabado de fazer. O aconchego da lã. O prazer de regressar ao conforto caseiro. O conforto de dormir enroscada nuns braços acolhedores.

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A noite que nos surpreende ao cair cada dia um pouco mais cedo. A melancolia dos finais de tarde. Os braços e pernas de repente arrepiados. Os cobertores tornados necessários de um dia para o outro. A cama fria quando se está sozinho.

11 de Setembro

É impossível não recordar o dia em que o mundo mudou. Porque mudou, mesmo - basta andar de avião para ter consciência disso.

terça-feira, setembro 09, 2008

Regressar e querer partir

Sempre que saio do país e passo uns dias sem notícias sobre o que se passa por cá, estranho imenso quando volto ao contacto com a realidade lusa. Fico, aliás, com um enjoo que me dá vontade de apanhar o primeiro avião que me levar daqui para fora. Basta, por exemplo, ligar a televisão e apanhar com um daqueles magníficos programas especiais de férias, ou com os concursos de final de tarde. Ou então ouvir / ler declarações eivadas de ódio e ressentimento de Luís Filipe Menezes.

segunda-feira, setembro 08, 2008

Adriano


A visitar, obrigatoriamente, por quem for a Londres até dia 26 de Outubro. No British Museum.

sexta-feira, setembro 05, 2008

Ontem ao final do dia


Pouco passava das 20h00 e eu estava ali.

sábado, agosto 30, 2008

Imagens de férias (5)



O avião da Orbest que estava sem piloto automático em Cancún é este.

Imagens de férias (4)

sexta-feira, agosto 29, 2008

(Preciso de ver estas imagens, e nelas encontrar força para o regresso, aceleradíssimo, brutal mesmo, ao trabalho)

Imagens de férias (3)

segunda-feira, agosto 25, 2008

quarta-feira, agosto 06, 2008

segunda-feira, julho 28, 2008

Férias à vista...


Começo a ter cabeça apenas para pensar em sítios como este...

quarta-feira, julho 23, 2008

Esmeralda

Nunca aqui escrevi sobre o assunto, por ter opiniões divididas e, acima de tudo, me doer o que passará pela cabeça (e mais ainda, pelo coração) daquela menina. Agora que mais uma vez se fala de ser entregue ou não ser entregue ao pai biológico, o que mais me ocorre é o episódio bíblico do julgamento de Salomão, da criança disputada pelas duas mulheres, da mãe verdadeira a preferir entregá-la à falsa mãe do que ver o seu bebé morto...
Se eu fosse o pai verdadeiro, por muita razão que considerasse ter (e eu acho que ele tem), seria capaz de fazer sofrer a minha filha, separando-a dos que, mesmo sem direito a isso, são efectivamente aqueles ao lado de quem cresceu?
Se eu fosse aquela que a tinha tido ao colo durante anos a fio, deixaria eu a menina que amasse como se fosse minha verdadeira filha ser exposta a todo o festival mediático em que ela tem vivido?

Um novo pintainho

Muitos parabéns, Rita!

segunda-feira, julho 14, 2008