terça-feira, maio 27, 2008
Está certo
quarta-feira, maio 21, 2008
Amor é...

Coisas que me irritam
segunda-feira, maio 12, 2008
Humor?
Para ti
Katie Melua, "If you were a sailboat"
If you're a cowboy I would trail you,
If you're a piece of wood I'd nail you to the floor.
If you're a sailboat I would sail you to the shore.
If you're a river I would swim you,
If you're a house I would live in you all my days.
If you're a preacher I'd begin to change my ways.
Sometimes I believe in fate,
But the chances we create,
Always seem to ring more true.
You took a chance on loving me,
I took a chance on loving you.
If I was in jail I know you'd spring me
If I was a telephone you'd ring me all day long
If was in pain I know you'd sing me soothing songs.
Sometimes I believe in fate,
But the chances we create,
Always seem to ring more true.
You took a chance on loving me,
I took a chance on loving you.
If I was hungry you would feed me
If I was in darkness you would lead me to the light
If I was a book I know you'd read me every night.
If you're a cowboy I would trail you,
If you're a piece of wood I'd nail you to the floor.
If you're a sailboat I would sail you to the shore.
If you're a sailboat I would sail you to the shore.
quinta-feira, maio 08, 2008
Blogs do Sapo
segunda-feira, maio 05, 2008
25 de Abril e Peniche
Sugeriu Pacheco Pereira, na Quadratura do Círculo, novas formas de comemorar a Revolução de 1974, associando as comemorações, por exemplo, ao restauro ou divulgação de património. Tenho uma sugestão a dar a esse propósito: restaurar o forte de Peniche. Praça-forte seiscentista, é um testemunho importante da arquitectura militar da nossa época moderna, que semeou fortalezas por vários pontos estratégicos da nossa costa marítima. Prisão de alta segurança para presos políticos durante o Estado Novo, aí esteve Álvaro Cunhal, e daí fugiu, juntamente com outros prisioneiros, protagonizando uma de entre outras espectaculares fugas que esta prisão conheceu. Parte do forte está transformado num museu, que não visitei; o resto está no estado lamentável que se pode ver nas fotografias...
Perspectiva geral do pátio; ao fundo, antiga capela que servia como isolamento
Pormenor da entrada na parte do isolamento
Janelas do bloco das celas
O antigo campanário
terça-feira, abril 29, 2008
Imperfeição
segunda-feira, abril 28, 2008
Instalado
Dias azuis
sexta-feira, abril 18, 2008
Não podes ausentar-te, amor
terça-feira, abril 15, 2008
Acordo?
O que fará o acordo relativamente a palavras tão diferentes como "hormona" e "hormônio"? Tira-se o acento circunflexo e fica tudo resolvido? E quanto ao género de "trema", que nós dizemos no masculino e que tenho lido no feminino em textos brasileiros a propósito da queda desse sinal? Ao eliminar-se, deixa de se pôr a questão?
Tornará o acordo ortográfico utilizáveis por nós livros técnicos traduzidos no Brasil? Não seria muito mais útil procurar uniformizar a linguagem científico-técnica, tão diferente, que se usa de um e outro lado do Oceano do que palavras que não causam confusão nenhuma?
Será tornar uniforme escrever António e Antônio? Como ficará um documento oficial assinado entre ambos os países com essas palavras de grafias duplas? Basta que "acção" deixe de ter "c" e "linguiça" trema para tudo se resolver?
E para que é que andaram a tirar os acentos de "parámos" ou de "jóia"? Muda o som da palavra, e no primeiro caso o sentido. Se "joio" se lê "ô", como é que "joia" não se vai ler da mesma forma, a partir do momento em que o acento desaparece?
segunda-feira, abril 14, 2008
domingo, abril 13, 2008
Um dia, como será? (2)
Um dia, como será?
Many years from now
Will you still be sending me a Valentine
Birthday greetings, bottle of wine
If I'd been out till quarter to three
Would you lock the door
Will you still need me, will you still feed me
When I'm sixty-four
You'll be older too
And if you say the word
I could stay with you
I could be handy, mending a fuse
When your lights have gone
You can knit a sweater by the fireside
Sunday mornings go for a ride
Doing the garden, digging the weeds
Who could ask for more
Will you still need me, will you still feed me
When I'm sixty-four
Every summer we can rent a cottage
In the Isle of Wight, if it's not too dear
We shall scrimp and save
Grandchildren on your knee
Vera Chuck & Dave
Send me a postcard, drop me a line
Stating point of view
Indicate precisely what you mean to say
Yours sincerely, wasting away
Give me your answer, fill in a form
Mine for evermore
Will you still need me, will you still feed me
When I'm sixty-four.
terça-feira, abril 08, 2008
Declaração
quinta-feira, abril 03, 2008
Ingrid
quinta-feira, março 27, 2008
Sobre o que se passa nas salas de aula
1) Gostava, sinceramente, de ver os que criticam severamente a actuação da professora e que, na maior parte dos casos, nunca devem ter dado uma aula na vida, a aturar, dia após dia, turmas de adolescentes. Gostava de os ver a agir sempre de cabeça fria, racionalmente, sem perderem a paciência e a saberem exactamente o que fazer em todas as circunstâncias. Depois, poderiam falar com conhecimento de causa.
2) Não sei em que escolas terão andado todos quantos dizem que no seu tempo nada de semelhante poderia ter acontecido. No tempo do meu pai, no Porto, há quase 70 anos, os alunos faziam trinta por uma linha com o professor de música. No liceu José Falcão, em Coimbra, há 25 ou 30 anos, lembro-me bem do mau comportamento da minha turma do 9º ano. De um colega que chegou a picar o professor de Matemática com o compasso, da risota com a professora de Inglês e os seus penteados, da professora de Química que faltava só para não aturar aquela turma tão difícil. Ah, e do ratinho branco que um colega levava para as aulas, e que passeava pelas carteiras de todos nós sem nenhum professor dar por ela.
